House of Caju

Bolsa Feminina Em Couro Vanda Maria Menezes Barbosa

CÓD. HC602CMTMOR
R$ 479,0010x de R$ 47,90 sem juros ou R$ 431,10 à vista

Companheira HCVANDAMARIAMENEZESBARBOSA : é sempre aquilo que você precisa que ela seja. Espaçosa e utilitária sem perder o estilo, ideal para ser usado na cidade ou no interior podendo até mesmo ser usada em ocasiões especiais. 

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HCVANDAMARIAMENEZESBARBOSA

Companheira HCVANDAMARIAMENEZESBARBOSA : é sempre aquilo que você precisa que ela seja. Espaçosa e utilitária sem perder o estilo, ideal para ser usado na cidade ou no interior podendo até mesmo ser usada em ocasiões especiais. 

34.0cm x 27.0cm x 13.0cm

>(Comprimento x Altura x Profundidade)

Espaço interno reprojetado com detalhes dos arquivos da House of Caju

Bolso interno com forro em tecido

Peças metálicas personalizadas

Acabamento em couro da cor Caramelo

Código exclusivo dessa companheira: HC00242

 

A história por trás do nome dessa companheira:

Vanda Menezes, como é conhecida, natural de Maceió foi a única mulher entre os cinco filhos de dona Maria Augusta Menezes Barbosa e Martiniano Barbosa dos Santos, filho de escravo alforriado. Vanda cursava a terceira série do então curso primário, quando por sugestão de sua professora de matemática Teresa Lima, sua mãe a matriculou no exame de admissão tendo ingressado no curso ginasial. Em 1978 entrou para a Faculdade de Psicologia e dois anos após, 1980, mediante concurso público assume o cargo de agente policial, permanecendo por oito anos atuando no Presídio Feminino da Capital alagoana. Nesse período, destaca-se por haver desenvolvido a política de discutir com as detentas, dentre outros, temas relativos à cidadania, direitos das mulheres e questões raciais. A acusação de racismo feita por uma das presas à diretora na época foi a gota d água para que fosse afastada, acusada de insuflar as presidiárias. Conseguiu, então, transferência para a Delegacia de menores onde atuou como psicóloga e participou da implantação do ECA Estatuto da Criança e Adolescente. Em 1979 participou da criação da Associação Cultural Zumbi, primeira entidade negra do estado de Alagoas. A paixão pelo feminismo teve início durante os quatro anos em que militou no Movimento negro, ocasião em que eleita Secretária da União Brasileira de Mulheres, leva para a entidade a primeira representação negra. Em 1984, atendendo solicitação de companheiras atuantes em outros segmentos, integra o grupo de mulheres que encabeçou a discussão sobre o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim), atuando como conselheira e representante das mulheres negras, na segunda gestão iniciada em 1989. No ano de 1992, Vanda participa da criação do Fórum de Entidades Autônomas de Mulheres de Alagoas que, em 1994, passa a representar junto à Articulação de Mulheres Brasileiras, responsável pelo acompanhamento do processo preparatório para a IV Conferência Mundial sobre a Mulher/Beijing 95. Militante também na área sindical, sua atuação a encaminhou, em 1993, através de voto, ao cargo de vice-presidenta do Sindicato da Polícia Civil de Alagoas, entidade que assumiu, como presidenta por nove meses, no ano seguinte. Era um período turbulento e a greve da categoria, graças à habilidade de Vanda- primeira mulher negra a dirigir um sindicato da categoria no país-, e sua articulação com a polícia militar e federal, trouxe frutos positivos às reivindicações. Convidada para coordenar o Primeiro Comitê de Saúde da Mulher, em 2000, da Secretaria Municipal de Saúde de Maceió, implantou o Paism no município que garantia a saúde da mulher, criança, adolescente, idosa, pré-natal e controle social através do Comitê de Mortalidade Materna. Na Presidência do Conselho Municipal da Condição Feminina, que assumiu em 2002, permaneceu apenas por seis meses, quando por convite do governador inaugura a Secretaria da Mulher do Estado de Alagoas, onde permaneceu até o fim do governo em dezembro de 2006. Com atuação na área de políticas públicas para as mulheres, reconhecida nacionalmente, Vanda hoje é consultora especializada em relações étnico/raciais e de gênero, onde desenvolve capacitações em várias temáticas, especialmente para mulheres quilombolas, órgãos governamentais e lideranças políticas e dos movimentos de mulheres

*OBSERVAÇÃO: Cada companheira da House of Caju possui uma história exclusiva, portanto a história acima pertence a companheira desta foto, cada companheira adquirida virá com uma história diferente.

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