House of Caju

BOLSA FEMININA EM COURO "ANA MARIA MAGALHÃES"

CÓD. HC11545CMRXLSOX
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HCANAMARIAMAGALHÃES

A Bolsa Transversal foi pensada e desenvolvida para imprimir a personalidade da Mulher Brasileira.
O couro carnal sofre um descasque natural e imprimi ainda mais personalidade a peça, tornando assim ela ainda mais versátil e exclusiva.
Com fechamento em zíper, ela acompanha uma alça uma transversal regulável.
Com metais e forros altamente personalizados enaltecemos ainda mais a Brasilidade.
Para adiconar ainda mais praticidade contamos com uma necessaire.

Observação: Esse produto não suporta NENHUM contato com produtos quimicos.

Exemplo: Álcool, Álcool em Gel, Gasolina, entre outros.

Dimensões: 25.0cm x 18.0cm x 15.0cm (comprimento, altura, profundidade)
Comprimento da alça transversal: 70cm (mínimo) 1,20m (máximo)
Cor: Caramelo
Material: Couro Carnal
Sku: HC11545CMRXLSOX
Peso: 0,40kg

A história por trás do nome dessa companheira:

Ana Maria Portinho Magalhães nasceu em Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 1950, é uma atriz, diretora de cinema, produtora de cinema e roteirista brasileira. Estudou teatro no Conservatório Nacional de Teatro. Nos dois anos seguintes trabalhou em vários filmes, entre eles Todas as mulheres do mundo (1966), de Domingos de Oliveira, e Garota de Ipanema (1967), e participou de laboratórios e cursos livres de teatro. Em 1967 estreou como atriz de teatro profissionalmente no Grupo Oficina, um dos mais importantes e revolucionários grupos teatrais do país. Nos anos 2000, trabalhou no filme O Estranho Caso de Angélica (2010), do aclamado diretor português Manoel de Oliveira, selecionado para a mostra no Festival de Cannes de 2010. Atuou também em novelas de TV como Gabriela (1975), e Saramandaia (1976) da Rede Globo. Uma das mais atuantes atrizes do cinema brasileiro na década de 70, tornou-se diretora de curtas e longas-metragens nos anos 80. Como diretora, seu primeiro filme foi Mulheres no Cinema (1977), documentário sobre as mulheres cineastas do Brasil. No início dos anos 80, dirigiu o documentário sobre Leila Diniz Já que ninguém me tira para dançar (1982) que se tornou o primeiro vídeo com produção independente a ser exibido pela televisão brasileira. Sua estreia como diretora no longa-metragem aconteceu com o episódio Final Call, para a produção internacional Erotique (1994).

*OBSERVAÇÃO: Cada companheira da House of Caju possui uma história exclusiva, portanto a história acima pertence a companheira desta foto, cada companheira adquirida virá com uma história diferente.

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