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BOLSA FEMININA EM COURO ALÇA DE MÃO COLORIDA "ÂNGELA AISSUM"

CÓD. HC11155VTRSMTLVLSOX
R$ 569,0010x de R$ 56,90 sem juros ou R$ 540,55 à vista

Frete Grátis

Dimensões: 25.0cm X 24.0cm X 18.0cm (comprimento, altura, profundidade)
Altura da alça de mão: 7.0cm
Largura da alça de mão: 1.0cm
Comprimento da alça de mão: 18.5cm
Largura da alça transversal: 2.0cm
Comprimento da alça transversal: 70.0cm (mínimo) 1.20m (máximo)
Cor: Colorida
Material: Couro 
Peso: 616g
Sku: HC11155VTRSMTLVLSOX
Banho dos metais: Ônix
Fechamento: Botão ímã

 

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HC - ÂNGELA AISSUM

A história por trás do nome dessa companheira:

"Ângela Aissum tenho 50 anos, sou mãe de dois homenzarrões lindos, profissional de TI e apaixonada por essa vida.

Sou uma pessoa bastante inquieta e que procura melhorar sempre. Comecei a trabalhar muito cedo, aos 13 anos como recepcionista de uma imobiliária e registrada aos 14 anos como auxiliar de escritório e desde então eu nunca mais parei e nem pretendo parar tão cedo.
Meus pais se divorciaram quando eu tinha 8 anos e dos 9 aos 17 anos fiquei sem ver a minha mãe. Fui criada pelo meu pai que é um fofo lindo, pela minha avó paterna e pela minha tia, irmã do meu pai.
Na época eu não sabia que amava tanto a minha mãe e que sentia uma falta dela imensa em minha vida. Minha mãe era brava, linda e com senso de humor meio ácido e me amava de todo o seu coração e eu a ela.
Durante esse tempo que fiquei sem vê-la que foi o final da minha infância e começo da adolescência, eu adquiri uma baixa autoestima inacreditável. Eu achava que todos poderiam ser alguém na vida, menos eu. Tive muitos conflitos com essa tia que mencionei anteriormente.
Fui seguindo a minha vida, até que aos 17 anos eu reencontrei a minha mãe, e foi como se nunca tivéssemos tido esse hiato em nossas vidas.
Mais tarde, aos 21 anos me casei e esse casamento me trouxe uma perspectiva diferente sobre família, filhos, e sobre correr atrás e fazer por mim e pela minha nova família. Tive meu primeiro filho em 1995 aos 22 anos e meu segundo filho em 2004 aos 31 anos. Nesse ínterim, estudei muito, trabalhei muito e conseguimos nossa casa, nosso carro e escolas com bom conteúdo para nossos filhos. Quanto mais eu estudava, mais eu queria progredir e saber mais e mais. Sempre achei que faculdade era só para minhas irmãs, ou para qualquer outra pessoa e não para mim. Quando acordei e percebi que mereço ser conhecedora de tudo o que eu quiser e de tudo que eu me interessar, e que eu mesma coloco os limites e medos em minha cabeça a minha vida acadêmica e profissional deslancharam.
Fiquei muito mais próxima a minha mãe, a família em geral e pude me enxergar através dos olhos deles. E através dos meus olhos pude ver que não há tempo ruim para quem quer chegar em algum lugar.
No ano de 2010 a minha mãe se tornou uma doente em fase terminal, e fiquei ainda mais próxima a ela. Um dia, enquanto conversávamos de mãos dadas na sala de ultrassom ela me disse assim: Você é a minha filha que além de conhecer o meu corpo (idas constantes a hospitais e clinicas) conhece também a minha alma. Nesse mesmo ano comecei a fazer terapia e me descobri ainda mais. Descobri a falta que senti da minha mãe na infância e adolescência e o motivo da baixa autoestima constante em grande parte da minha vida.
Em 2012 ela faleceu enquanto eu fazia uma viagem a trabalho. Foi uma tristeza enorme. Mas, pude sentir que tudo o que eu poderia fazer a ela dado os meus recursos internos e externos eu fiz. Nesse momento senti uma paz enorme e o agir de Deus em nossas vidas.
Hoje olho a minha história com o mesmo olhar acolhedor que recebi em minha primeira infância e vejo que em meio ao caos, consegui crescer, estudar, trabalhar em grandes empresas e criar meus meninos perto de mim. O papel de mãe em minha vida, é enorme! O amor que sinto por eles é imenso e sei que a mãe faz uma diferença enorme na formação da personalidade dos filhos. O pai também. Mas nesse caso especifico, falo sobre a figura materna e uma pequena parte da minha vida em que superei meus medos e conflitos internos para me tornar quem sou hoje.

PS.: Não posso deixar de mencionar que sempre fui apaixonada por bolsas. Só para vocês terem uma idéia, em um amigo secreto da familia (eu tinha 4 anos de idade e me lembro como se fosse hoje), a minha amiga secreta me deu uma fofolete, enquanto a minha prima havia ganhado uma bolsinha. Eu comecei a chorar dizendo que eu queria a bolsinha, e minha prima queria a fofolete, trocamos! E isso me deu uma alegria enorme! Desde então, nunca mais fiquei sem as bolsas em minha vida."

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